07 maio 2021
ESTREIA O PROGRAMA GENTE GAÚCHA
24 abril 2021
DIA DO CHURRASCO, DO CHIMARRÃO E DO 35 CTG
23 abril 2021
COMISSÃO GAÚCHA DE FOLCLORE - 73 ANOS
propósito de reunir grupos de intelectuais que se dispusessem a assumir e incentivar os estudos de Folclore no Rio Grande do Sul.
Em sua formação inicial a CGF teve como membros 32 intelectuais de diversas áreas do conhecimento a seguir nominados: Adão Carrazoni, Aldo Obino, Athos Damasceno Ferreira, Darcy Azambuja, Elpídio Ferreira Paes, Ênio Freitas Castro, Érico Verissimo, Ernani de Carvalho Heffner, Fernando Corona, Guilhermino César, J.C. Paixão Côrtes, Henrich Bunse, Lothar Hessel, Luis Carlos Barbosa Lessa, Luis Carlos de Morais, Manoelito de Ornelas, Moysés Vellinho, Othelo Rosa, Tony Seitz Petzhold, Walter Spalding, Antonio Luz, Biaggio Tarantino, Ivo Caggiani, José L. Freitas, Romeu Beltrão, Celso Fiori, Tarcísio Taborda, Bruno Mendonça Lima, Mário Moraes, Umberto Feliciano de Carvalho, Plinio Saraiva, e José Augusto Rodrigues.
Durante os 50 anos seguintes, a Comissão Gaúcha de Folclore, tendo à frente o incansável batalhador Dante de Laytano, participou de inúmeros Congressos, Seminários, Semanas de Folclore e Cursos. Seus membros proferiram conferências, palestras e publicaram dezenas de obras resultantes de pesquisas de campo e bibliográficas.
A CGF sempre foi órgão independente, e nunca recebeu verbas oficiais, sendo mantida pela força de vontade e colaboração de seus membros. Funcionava na residência de seus membros, especialmente na de Dante de Laytano.
Por volta de 1980, notou-se um esvaziamento da entidade, em razão da idade avançada do presidente Dante de Laytano e de outros membros que, por falta de condições físicas, foram se afastando.
Tendo em vista este fato, a Comissão Nacional de Folclore, representada pelo então Vice-Presidente Prof. Bráulio Nascimento veio a Porto Alegre e em visita ao Prof. Dante, foi ajustado que haveria uma continuidade, agora sendo encarregada da reestruturação a Prof.ª Lilian Argentina Braga Marques, renomada folclorista gaúcha e que esta seria no momento a presidente-executiva para compor grupo de pesquisadores que passariam a integrar a Comissão Gaúcha de Folclore. Aos 22 dias do mês de setembro de 1992, realizou-se a primeira reunião do novo grupo, composto pelos sócios-fundadores da 2ª fase: Presidente de Honra, o prof. Dante de Laytano; como Presidente Executiva, Lilian Argentina, como membros, José Roberto Diniz de Moraes, Harri Rodrigues Bellomo, Oliveira da Silveira, Moema Santos Morales, Cristina Rolim Wolffenbüttel, Paula Simon Ribeiro, Sonia Teresinha Siqueira Campos, Carmem Sousa Sousa, Estelita Aguiar Branco, Jorge Hirt Preiss, Lothar Hessel, Rose Marie Reis Garcia. Posteriormente tornaram-se membros efetivos Getúlio Xavier Osório e Aledir Brestot.
Para prestar homenagem permanente a intelectuais ligados ao folclore a CGF realizou sessões solenes para integrar como Membros Honorários João Carlos Paixão Côrtes, Luis Carlos Barbosa Lessa (estes remanescentes da 1ª fase), Hélio Moro Mariante, Antonio Augusto Fagundes, Ilka D'Almeida Santos Herrmann.
Com objetivo de ampliar os recursos humanos ligados ao estudo da cultura popular, vieram integrar o quadro de associados, estudiosos do interior do estado, formando assim um grupo de membros colaboradores: Maria Eunice Kautzman de Montenegro, Paulo Roberto Pedroso de Soledade, Osório Santana Figueiredo de São Gabriel, Lesia Cardoso de Santo Antonio da Patrulha, Célia Jachemet de Gravataí, Pedro Ari Veríssimo da Fonseca de Passo Fundo e Julio Ricardo Quevedo dos Santos de Santa Maria.
Ao atuar em consonância com o Movimento tradicionalista Gaúcho, a CGF tem estreita ligação com o mesmo, tendo inclusive entre seus fundadores da 1ª fase, alguns dos fundadores do 35 CTG, que foi criado um dia após a fundação da CGF. São entidades co-irmãs que possuem muitos objetivos em comum.
A Comissão Gaúcha de Folclore participa de Congressos, Seminários, Mesas redondas em todo país, publica obras de seus associados possuindo acervo de diversos títulos.
Foi instituída pela CGF a Comenda Dante de Laytano, para homenagear estudiosos do Folclore/Culturas Populares que já possuem trabalhos publicados, e a Medalha Lilian Argentina Braga Marques, que é oferecida a pessoas que se destacam em alguma área da cultura (não necessariamente em Folclore).
BAITA CAGAÇO
Ainda me
faltam as expressões adequadas pra agradecer aos autores de cada uma dessas
palavras dirigidas a este humilde peão do Rio Grande.
Meu mais
sincero e fraterno Muito Obrigado a todos esses amigos/irmãos que lembraram de
mim.
Já faz alguns das que voltei pra casa, onde me recupero devagarito.
Dez quilos mais magro e com vontade de trabalhar, em breve retomarei minha rotina, se Deus quiser.
Baita abraço.
06 março 2021
"ESTRADEANDO" EM FAVOR DO MESTRE MIGUEL BICCA
20 fevereiro 2021
O GRANDE MIGUEL BICCA PRECISA DE NOSSA AJUDA
Miguel Bicca ?
Miguel Bicca nasceu em Cachoeira do Sul, na Costa do Jacuí, em 1º de janeiro de 1941.
Aos 18 anos mudou-se com a família para São Borja, onde participou da criação do grupo amador de arte Os Angüeras, no ano de 1963, juntamente com seu irmão José Bicca, Apparício Silva Rillo, Carlos Crispim Moreno (o "Pimpim"), Antônio Carlos Lara de Souza (o "Caco"), Ernando Garcia Coelho.
Embora não tenha participado da primeira formação d'Os Angueras, não tardou muito para integrá-lo, atuando por 15 anos nas funções de compositor, ritmista e vocalista.
Em 1979 editou o livro "Estradeando", pela Editora Tchê.
Na década de 1980, passou a dedicar-se à carreira individual, tendo gravado os discos "Costeiros", "Meus Rios e Veredas" e "Paleteando", este último, em parceria com seus fiel amigo Sabani Felipe de Souza.
Miguel é autor de músicas consagradas como "Rios e Rumos", "Viramato", "Janaína", "Barco Perdido", "Saudade de Pai", "Falquejando", "São as Armas Que Conheço", entre tantas...
Suas canções abordam principalmente a temática do rio Uruguai, da vida nas barrancas, além de tratarem da mulher gaúcha e da vida no campo.
Miguel Bicca sempre foi figura assídua nos festivais nativistas, concorrendo ou atuando como jurado.
Tive privilégio de conviver com ele em diversos festivais, inclusive no 1º Canto Missioneiro, quando ele integrou a comissão avaliadora daquela edição histórica.
13 fevereiro 2021
PARABENS, MESTRE TELMO DE LIMA FREITAS !!
Parabéns ao mestre Telmo de Lima Freitas !!
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| O rancho, eu chimarreando e Telmo cantando |
Um dos clientes do BB de SAP era Telmo de Lima Freitas, que ao ser procurado por mim, prontamente colocou-se a disposição para me ajudar a cumprir a tarefa para a qual fui designado. E que baita colaboração ele nos deu.
Fui até a sua propriedade, localizada no Arroio do Carvalho, interior de Santo Antônio, e voltei de lá com a camionete repleta de peças, indumentárias e antiguidades do seu fantástico acervo. Até uma rústica cobertura de capim ele emprestou.
Não bastasse a gentileza e o desprendimento de fonecer quase todos os artigos de decoração do nosso rancho, Telmo ainda participou ativamente da programação praticada na agência, tocando, cantando, declamando e, até mesmo, preparando pratos da culinária campeira, que nós funcionários, devidamente pilchados, oferecíamos aos clientes.
Que inesquecível demonstração de humildade e de companheirismo demonstrou o mestre Telmo de Lima Freitas durante aqueles dias.
Sempre fui fã do artista, mas a partir daquele setembro, passei a também admirar o cidadão Telmo de LIma Freitas.
06 fevereiro 2021
A ARTE E O TALENTO DE ANDRÉ OLIVEIRA
Este fantástico trabalho de esculpir caricaturas em argila, gesso e madeira, é a especialidade mais recente do André Oliveira, cuja arte tem sido valorizada por diversos músicos, chuleadores, ginetes, laçadores, dançadores e pessoas em geral que se vêem simbolizadas através das imagens confecionadas pelo talentoso artista plástico. Além das estatuetas, o André também produz troféus e imagens gauchescas, como estas que estampam esta postagem. Para fazer contato e encomendar uma obra de arte personalizada, basta fazer contato com o André Oliveira através do whatspp nº (51) 980.183.179 ou do seu perfil no Facebook https://www.facebook.com/andrebuscape ![]() |
| Raineri Spohr, Guto Gonzales, Marcelo Oliveira, Rogério Villagran |
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| Só pode ser o Teixeirinha |
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| Parece com o Ricardo Comassetto |
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| E esse chuleador, quem será? |
05 fevereiro 2021
TE ENTREVERA NA ESCUTÂNCIA, CHÊ!
Já está no ar mais recente edição do programa Ronda dos Festivais, que destaca os repertórios dos CDs Memórias do Sul, lançado pelo do cantor Leomar Ferraz, e Transcendência, produzido pelo instrumentista e cantor Ricardo Martins.
A literatura também será enfatizada através da apresentação de três livros "de fundamento": Cutelaria de Aço, Fogo e Arte, elaborado por Don Cássio Selaimen; Traslado de David Canabarro, escrito por Edilson Villagran Martins; e A Saga dos Açorianos e Outras Poesias, de autoria do poeta José Cézar Matesich Pinto.
Para escutar o programa é muito fácil. Basta sintonizar as frequências
AM, FM, ou então acessar os links das emissoras. Ou ainda, baixar os
"Apps" das rádios que já estão disponíveis na loja de aplicativos do
teu celular.
Define o dia e o horário, escolhe uma rádio e te
entrevera na escutância, chê!!!
Define o dia e o horário, escolhe uma rádio e te entrevera na escutância, chê!!!
O programa Ronda dos Festivais conta com parceria fundamental dos seguintes apoiadores culturais:

















