segunda-feira, 25 de abril de 2016

EFEMÉRIDES RIO-GRANDENSES - 25 DE ABRIL

Confiram os acontecimentos importantes deste dia 25 de abril, nos ambientes da arte, da cultura e da história do Rio Grande do Sul.

25/04/1961: Morre em Porto Alegre, o advogado e político antimonarquista gaúcho, Antônio Augusto Borges de Medeiros
Filiou-se ao Partido Republicano e se estabeleceu em Cachoeira do Sul, onde, ao lado de Júlio de Castilhos, desenvolveu intensa campanha republicana. Foi eleito deputado ao congresso constituinte (1891) e governador (1898). Governou o Rio Grande do Sul, com algumas interrupções, de 1899 a 1928).
Durante quatro mandatos como governador do estado, organizou o Superior Tribunal de Justiça do estado, de quem foi um dos primeiros desembargadores. Criou também a Faculdade de Direito de Porto Alegre. Durante seu quarto e último período de governo, iniciou-se um conflito armado com a oposição chefiada por Assis Brasil, a Aliança Libertadora, que terminou com a assinatura do Acordo de Pedras Altas (1923), que proibia a reeleição do presidente do estado. Em 1934, foi novamente eleito deputado à Assembleia Constituinte.    Figura de grande carisma e popularidade, Borges de Medeiros serviu de inspiração para a obra "Antônio Chimango", escrita por seu primo e adversário político, Ramiro Barcelos, sob o pseudônimo de Amaro Juvenal.
Borges de Medeiros nasceu em Caçapava do Sul, no dia 19/11/1863.

25/04/2011:  Aos 52 anos de idade, morre em Porto Alegre, o cantor e compositor Rui Biriva, um dos artistas mais populares e carismáticos do Rio Grande do Sul.
Sua primeira participação num festival nativista foi na 4ª Seara da Canção, em Carazinho, no ano de 1984, defendendo a música intitulada Birivas (Gilberto Carvalho/Airton Pimentel).  A composição vence a linha Galponeira do festival e Rui conquista o prêmio de melhor intérprete do evento.  A partir daí, com o sucesso da música, adotou a alcunha de Biriva.  O público começou a associar o nome da composição com o cantor, assim Rui deixou aos poucos, o sobrenome “da Silva Leonhardt” ser trocado por Biriva.
No ano seguinte, Rui Biriva retorna à Seara para apresentar a música Santa Helena da Serra, parceria dele com José Luis Vilela. A música vence o festival. 
Com mais este êxito, Biriva grava seu primeiro disco, em 1986.
Entre os maiores sucessos da carreira de Rui Biriva, destaque para: Tchê Loco, Santa Helena da Serra, Birivas, Festança, Pé na Estrada, Amigo, Vamo Pegá, Castelhana , Quebrando Tudo, Canção do Amigo, Das Bandas de Horizontina e Tonto de Saudade.
Recebeu Disco de Ouro pela vendagem de 50.000 cópias do CD “Na Estrada do Sul”.
Depois disto lançou o CD “Cancha Reta”, pela gravadora Vertical.
Na condição de comunicador, atuava na Rádio Rural e também na TVE, onde apresentava o programa  Paralelo Sul.
Rui Biriva nasceu em Horizontina, no dia 28 de outubro de 1958.

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