sexta-feira, 8 de março de 2013

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Estelinha: minha prenda, meu amor.

Algumas mulheres desempenharam, e continuam desempenhando, papel de protagonismo, de estrelas na minha vida. Minha mãe, Dona Maria, cujo falecimento completa um ano no próximo dia 18, foi a mais importante delas. Ela me deu a vida, este dádiva preciosa que eu tratei de conduzir até agora, repleta de erros e de alguns acertos, com algumas tristezas e muitas alegrias, com um pouquinho de ódio e uma exagerada dose de amor.  Deste amor que eu revelo a cada dia por outra mulher de existência fundamental no meu viver, a minha amada Estela Lauser, a Estelinha,  cuja parceria, respeito, carinho, cumplicidade, amor, me fazem muito feliz e contribuem para que eu possa vir a ser uma pessoa melhor a cada dia. 
Tendo como referências estas duas MULHERES com letra maiúscula que acabei de referir, deixo aqui um abraço, um beijo respeitoso e o meu reconhecimento a todas  pelo seu dia, embora eu seja daqueles que valorizam diariamente a importância destes seres divinos nas nossas vidas.      Parabéns pelo DIA INTERNACIONAL DA MULHER.

A História da Data:
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

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