quinta-feira, 12 de julho de 2018

EFEMÉRIDES - 12 DE JULHO

Neste dia 12 de julho, dois expoentes do tradicionalismo gaúcho completam 91 anos de idade e merecem nossas homenagens:  PAIXÃO CORTES  e  ZENO DIAS CHAVES.
A eles, um caloroso abraço e o nosso reconhecimento por tudo que fizeram (e continuam fazendo) pela cultura do Rio Grande. 

12.07.1927:   Nasce na Fazenda Cerro Colorado, distrito de Seival, interior do município de Caçapava do Sul, o tradicionalista Zeno Dias Chaves
Ele iniciou no tradicionalismo em 1949, ao ser informado do que Paixão Cortes e Barbosa Lessa estavam fazendo.  
Em Caçapava do Sul, é sócio fundador do CTG Sentinela dos Cerros, onde foi patrão, diretor cultural e artístico e membro de outras patronagens por várias vezes. Também é sócio fundador de diversas entidades tradicionalistas no estado.   Integrou o Conselho Diretor do MTG e foi Coordenador da 18ª RT nos anos de 1980/1981.   
De 1987 a 1989, foi Presidente do MTG.   Participou da maioria dos Congressos Tradicionalistas já realizados.   Como escritor, Zeno Dias Chaves possui uma dezena de livros escritos. Foi patrono da 10ª Feira do Livro de Caçapava do Sul, no ano 2000. Como palestrante, ministra cursos e palestras sobre História e Tradição para alunos de escolas públicas do seu município. 
Criou a Comissão do Projeto do Rio Camaquã. 
Em 2016, foi homenageado ao ser o Patrono dos Festejos Farroupilhas do RS.




12/07/1927: Nasce em Santana do Livramento, João Carlos D’Ávila Paixão Cortes. Folclorista, pesquisador, escritor, radialista e agrônomo.   
Paixão Côrtes é um personagem decisivo da cultura gaúcha e do movimento tradicionalista no Rio Grande do Sul, do qual foi um dos formuladores, juntamente com Luiz Carlos Babosa Lessa. Juntos, partiram para a pesquisa de campo, viajando pelo interior, para recuperar traços da cultura do Rio Grande.
Em setembro de 1947, colheu uma centelha do fogo simbólico da pátria e com este gesto acabou gerando o que os gaúchos denominaram de Chama Crioula.   Na mesma época, com outros jovens estudantes, criou a 1ª Ronda Crioula.
Em 1948, ajudou a organizar e fundar o 35 CTG e, em 1953, o Conjunto Folclórico Tropeiros da Tradição.
Em 1954, serviu de modelo para a estátua do Laçador, obra do escultor Antônio Caringi. 
O monumento ao Laçador foi consagrado "Símbolo da cidade de Porto Alegre", por eleição popular realizada no ano de 1992.
De 1958 a 1960, Paixão Côrtes proferiu palestras e apresentou-se artisticamente nos mais conceituados espaços culturais da Europa.
Em 1960, foi convidado por Maurício Sirotsky para apresentar o programa Festança na querência na Rádio Gaúcha, que ficou no ar até 1967.
Da década de sessenta aos dias de hoje, Paixão recebeu, no Brasil e no exterior, inúmeras condecorações, prêmios e troféus em reconhecimento a suas atuações em favor do folclore e da cultura regional gaúcha.

Em 2003, Paixão lançou seu novo manual, com mais danças derivadas do primeiro. Por exemplo, Valsa da Mão TrocadaMazurca Marcada, Mazurca Galopeada, Sarna e Graxaim.
Em 2010 foi escolhido patrono da 56ª Feira do Livro de Porto Alegre. 
É um dos  Pilares da Tradição, de acordo com o livro do escritor Renato Mendonça.

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